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domingo, 28 de junho de 2009

Vixe

Meu Deus, parece uma coisa. Tô desde quarta-feira em casa por causa de um problema no pé,e agora minha garganta está inflamada.Dói, de doer muito. Já não basta NÃO andar, agora eu fui privada de FALAR, e com isso tudo, se eu faltar mais algum dia no trabalho, com certeza cristalina, serei PROMOVIDA ao mercado de trabalho.
Aiai...mas eu acho que é só na sola do meu pé que nascem 4 verrugas (acho que 5), que crescem monstruosamente para dentro. Não dá para operar, então eu tenho que fazer um tratamento em sessões, sessões que parecem nunca ter fim. Não consigo pisar, acordo as 06:00 hs da manhã com dor, e tomo trocentos analgésicos. se eu não aprecer mais é porque enlouqueci.Saco!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Ele se foi...


...e vai fazer falta, o Rei do pop nos deixou, e não há como não lamentar. O cara, apesar de todas as esquisitices, arrasava. Tocar Michael Jackson em festas, ouvir em casa era sinônimo de diversão. Em 2007, na tarde do casamento do meu irmão, minha família só ouviu isso.Minhas primas (40's) dançaram a tarde toda. Acho que é esse embalo que eu vou levar, acho que é isso que eu vou mostrar aos meus filhos.
Adeus, Michael.

P.S:. Não parei de pensar no João (noivo) enquanto escrevia esse post. Ontem ele me mandou um e-mail escrito "minha infância" com o clipe de Thriller. Estava tristinho, pois um dos nossos motivos de risadas é quando ele se levanta e faz um "moonwalk" perfeitinho, dá uma viradinha...rsrs

 Michael Jackson - Billie Jean

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Um dia (quase) improdutivo

Hoje foi um dia daqueles que tem tudo para ser meio chatinho e não são. Não fui trabalhar, pois estou meio doentinha.Pensei: pronto o dia inteiro na cama.Que nada, fui tirar umas coisas antigas do meu armário para doar e encontrei um diário antigo, da época que eu conheci o João Vitor (meu noivo), ali eu contava coisas de todos os dias. Me emocionei com a doçura que eu me referia a ele, sem ao menos conhece-lo bem, as aventuras e os dias de desesperança na tentativa de conquistá-lo.Vi que muita coisa mudou, ele não é mais perfeito, ele é real, e ao longo desses anos, o sentimento cresceu e criou raízes. Muito bom!
Tomei aquele banho inspirador...fiquei quietinha no meu quarto (me prometi que só ligaria o computador a noite), aproveitei e li um pouco a Bíblia, o que foi muito bom...uma coisa inspiradora. Tirei uns minutos e bati uma papo totalmente à sós com Deus.Contrariando minhas expectativas, foi uma dia ótimo, um dia de folga (mesmo estando doentinha).
Agora a noite, fica em suspenso a notícia sobre a "morte" de Michael Jackson.Deu na tv e na net, mas o hospital ainda não confirmou. Espero de todo coração que não seja verdade.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Tá tudo meio diferente...

Mudei tudo, só para celebrar...cantei muito, fiquei hoooras na internet lendo sobre festa de casamento, falei de amor, chorei de alegria e pensei em tornar o meu dia cômico em forma de escrita como tantas vezes fiz. Adorei meu novo cantinho!
Bjus!!!!

terça-feira, 19 de maio de 2009

Super- herois


Hoje fiquei pensando em tudo que meus pais já fizeram e continuam fazendo por mim. Me lembrei da minha infância, de quando meus pais perderam tudo o que tinham, foram a falência depois de décadas de esforço.

Me lembro bem, que meu pai já não fazia mais a barba, e todas as roupas caras viraram mulambos no corpo. Ele andava para cima e para baixo desnorteado, com a barba chegando ao pescoço. Nossos bens rareando. Os carros sumiram, como tudo que tivesse algum valor financeiro.


Meu pai foi as nossas lojas e catou as poucas peças de roupas que ainda restavam, enfiou tudo em uma mala, e andou por três cidades (não tinha dinheiro para a passagem) até chegar em um camelódromo, estendeu um jornal no chão e colocou as roupas para vender. Ali ficou o dia inteiro, fez amizades que nunca imaginou fazer algum dia. Assim conheceu outras feiras, feiras em outros estados, juntava grana e ia tentar a sorte lá. Certa vez ele foi para Paraty, e demorou a voltar, minha mãe foi atrás e o encontrou dormindo no chão de terra dentro da barraca, ela ficou lá com ele durante alguns dias, tentando juntar dinheiro para voltar para casa. Minha vó cuidava de mim, por vezes meu almoço era um biscoito goiabinha. Era uma vida sofrida. Vendemos nossa casa e fomos morar com minha vó e minha tia.


Meu pai de empresário se tornou feirante, que carregava uma bolsa gigantesca nas costas dentro dos ônibus. Fazia feira em favela, em qualquer lugar, tudo para garantir comida e escola para mim e meu irmão, mas essa, graças a Deus não é uma história triste, muito pelo contrário. Com o que sobrou das máquinas da antiga confecção que eles possuiam começaram a produzir as roupas que venderiam nas feiras, meu pai cortava, minha mãe costurava (até de madrugada), eu e meu irmão pregávamos botões e fazíamos arremates e meu pai vendia. Assim, eles pagaram a minha escola até o fim do ensino fundamental, o do meu irmão até o ensino médio, construiu nossa casa. Com a idade, meu pai já não aguentava carregar tantas bolsas, e as feiras não davam tanto retorno. Abriram uma lojinha de doces, que é o que nos mantém, aprenderam a fazer salgados.Na adversidade eles (até hoje) se reinventam.


Hoje penso em tudo que foi feito por mim, em momento nenhum ouvi meu pai reclamar, minha mãe descontar em nós a frustração de termos que passar por uma infância sofrida como a dela e de meu pai. Nunca!


O que vi sempre foi muito amor, em meio a pobreza minha mãe nos encantou, trouxe riqueza de uma forma lúdica. Ficávamos, os quatro, até de madrugada pulando corda. Meu pai deixava-nos pintá-lo. Minha mãe colocava peruca, enchimento no peito e no bumbum, batom vermelho e sambava para gente. E me livrei do mal chamado dinheiro, me livrei de gente arrogante, porque convivi em mundo escuro, mas feito de gente simples, gente batalhadora. Aos 20 anos consegui uma bolsa integral para cursar a faculdade, e ali vi que pelo menos um pouquinho de orgulho eu retribuí aos meu queridos heróis. Ao meu pai e minha mãe, homem e mulher que passaram pelas dificuldades de forma digna, o meu encantamento, minha gratidão...

Música minha, música deles, nossa...


 ROBERTO CARLOS - como é grande o meu amor por você

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Paixão


Ok, não estou falando de olhos que brilham, do coração acelerado, muito menos de borboletas no estômago...Estou falando da Thaís, Thaís Paixão.

Linda amiga. Inteligente, dedicada.

Parceira de faculdade, de broncas e trem.

Já fui lá no blog dela, e fiquei toda boba...

Capricha, boneca.
P.S.: Foto matadora, sono, fome e aula chata, ui!

domingo, 10 de maio de 2009

Feliz dia das Mães


Poderia escrever e descrever milhões de coisas relacionada as mães, mas apenas uma palavra (que nunca é clichê) define tão bem essas Rainhas: Amor. O amor incondicional que eu vivo, e que sei que tantos outros filhos vivem. Mães, obrigada por fazer o mundo possível a nós, e por fazer esse mesmo mundo cruel muito mais encantado.

Dudi, em especial, te amo com toda força, minha linda!