Desde que me entendo por gente sou assim. Duas pernas, dois braços, uma cabeça, baixinha e gorda. Pois é, poderia dizer: uma perna, dois braços, uma cabeça, alta e magra. Poderia passar dias escrevendo partes de corpo faltantes ou excessivas e isso não me tornaria (ou tornaria alguém) incapaz, menos gente ou muita coisa.
Um dia, sei lá quando, entendi que o que eu tinha por dentro era bom, razoavelmente bom, simplesmente bom e aí aconteceu a mágica ( mentira, não teve mágica) eu me aceitei. Aceitei que eu era adolescente lisa, porque aos quinze anos ninguém quer te ouvir falar, bom humor é uma parada que vale quase nada, enfim...aceitei que eu era muita coisa para ser definida exclusivamente pelo que minha balança me mostrava, eu era maluca, intensa, chorona, divertida, dramática e aquilo, só aquilo não dizia nada sobre mim.
Toda vez que vejo alguém fora de um padrão se expondo, penso o quanto aquela pessoa está sendo julgada, o quanto de gente deve pensar: coitada, se sente. E é exatamente isso, eu queria que cada garota ou mulher se sentisse, se sentisse maravilhosa, independente das fotos que venham nas revistas ou do que aparece na tv. Deixa eu te contar um segredinho: é mentira! Revista e tv foram feitos para vender e não para te estimular a se conhecer. Se alguém está infeliz tem que correr atrás, mudar o jogo, e acredite: não estou falando de dieta, nem de escova progressiva, como diria o Leoni: "eu tô falando de amor e não da sua doença" , trata do dentro e depois resolve o fora.
O maldito padrão persegue, não tem jeito e isso independe do que você possa ser diferente dele, persegue e massacra, e não sou bobinha em achar que ninguém quer mudar, que ninguém quer se encaixar nele, todo mundo quer, é fácil, é prático e facilita a vida, mas nem sempre é real, possível ou atingível. Um exemplo: perder alguns quilos para melhorar a saúde é válido, trincar o abdômen é irreal para a grande maioria das mulheres.
Ser quem se é é uma das maiores belezas de uma mulher, se olhar no espelho e se sentir linda é o maior elogio que se pode receber, se amar e se sentir ótima é esplendoroso e o melhor: não se sentir cretina e fútil por se amar loucamente.
Uma modelo é linda? Sim! Eu tenho o prazer de elogiar as mulheres, porque cada uma tem um encanto próprio, mas eu sou eu, eu construí minha história, eu estive comigo todos os dias, usufruindo das alegrias e dando um jeito nas tristezas, então me desculpem os amantes-defensores fanáticos dos padrões, mas eu tô no topo da lista. Da minha lista!
segunda-feira, 26 de maio de 2014
quarta-feira, 15 de maio de 2013
É normal ter tantas dúvidas?
Cá estou eu, que já peguei a senha para entrar na casa dos trinta e mesmo assim ainda tenho dúvidas da década anterior. Os dois últimos anos da minha vida tem sido como uma montanha russa, no topo a alegria por ter me casado, por ter uma família de dois bem feliz, por viver coisas que na época de solteira eu não tinha vivido, já na descida vem as dúvidas, os questionamentos e os sonhos que deixaram de ser sonhos e viraram pesadelos.
O pior pesadelo pra mim é o peso do meu diploma. Explico: logo que me formei não consegui emprego na minha área, mas achei que seria uma coisa passageira, que logo logo eu estaria empregada, mas três anos se passaram e NADA! Hoje não tenho a menor vontade de trabalhar na área da minha formação e ao longo destes anos parada sei que me tornei uma profissional medíocre, já que eu precisaria de atualizações constantes e não as fiz. E por que eu não fiz? Porque não estava a fim. Durante o curso os sinais de que eu não curtia minha futura profissão foram bem claros, mas eu insisti, não poderia largar tudo no meio do caminho. Me agarrei a tudo que eu gostava para conseguir aturar as aulas de criação publicitária e tudo que escorria para este lado, mas eu detestava. Sempre tive dúvidas entre cursar Publicidade ou Jornalismo, optei pela primeira, já que em jornalismo as expectativas de emprego eram quase inexistentes, mesmo que essa fizesse meu coração bater mais forte. e o que eu fiz nesses sete anos? Nada. Mais uma vez a palavra assombrosa que tem tirado meu sono e muitas vezes minha paciência. Hoje nem sei para onde correr, que direção tomar, parece que eu tô num sonho louco, daqueles que você tenta correr e não consegue sair do lugar, perdida no meio do deserto. Meu marido insiste para que eu faça um concurso e sei que com uma certa dedicação eu passaria, já que a teoria da minha "profissão" nunca foi problema para mim, mas essa ideia me dá uma sensação de estar presa, de que eu não seria feliz, apenas pagaria minhas contas com dignidade. Poderia fazer uma nova graduação, mas e se fossem novos quatro anos jogados no lixo? Uma pós? Não me daria certeza de nada, e tudo que eu mais quero é um chão de terra batida para pisar, porque pisar na areia fofa o tempo inteiro cansa demais.
Minha vontade é me embrulhar no meu edredom e esperar que alguém decida por mim, que tudo se resolva e as coisas boas comecem a acontecer, mas esse sonho é quase um daqueles sonhos impossíveis.
Já posso chorar?
O pior pesadelo pra mim é o peso do meu diploma. Explico: logo que me formei não consegui emprego na minha área, mas achei que seria uma coisa passageira, que logo logo eu estaria empregada, mas três anos se passaram e NADA! Hoje não tenho a menor vontade de trabalhar na área da minha formação e ao longo destes anos parada sei que me tornei uma profissional medíocre, já que eu precisaria de atualizações constantes e não as fiz. E por que eu não fiz? Porque não estava a fim. Durante o curso os sinais de que eu não curtia minha futura profissão foram bem claros, mas eu insisti, não poderia largar tudo no meio do caminho. Me agarrei a tudo que eu gostava para conseguir aturar as aulas de criação publicitária e tudo que escorria para este lado, mas eu detestava. Sempre tive dúvidas entre cursar Publicidade ou Jornalismo, optei pela primeira, já que em jornalismo as expectativas de emprego eram quase inexistentes, mesmo que essa fizesse meu coração bater mais forte. e o que eu fiz nesses sete anos? Nada. Mais uma vez a palavra assombrosa que tem tirado meu sono e muitas vezes minha paciência. Hoje nem sei para onde correr, que direção tomar, parece que eu tô num sonho louco, daqueles que você tenta correr e não consegue sair do lugar, perdida no meio do deserto. Meu marido insiste para que eu faça um concurso e sei que com uma certa dedicação eu passaria, já que a teoria da minha "profissão" nunca foi problema para mim, mas essa ideia me dá uma sensação de estar presa, de que eu não seria feliz, apenas pagaria minhas contas com dignidade. Poderia fazer uma nova graduação, mas e se fossem novos quatro anos jogados no lixo? Uma pós? Não me daria certeza de nada, e tudo que eu mais quero é um chão de terra batida para pisar, porque pisar na areia fofa o tempo inteiro cansa demais.
Minha vontade é me embrulhar no meu edredom e esperar que alguém decida por mim, que tudo se resolva e as coisas boas comecem a acontecer, mas esse sonho é quase um daqueles sonhos impossíveis.
Já posso chorar?
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Campos do Jordão (sem ciladas)
Depois de muito tempo sumida resolvi voltar para falar de um lugar que eu amo: Campos do Jordão, da última vez que falei de lá apenas contei as ciladas da minha lua de mel , mas agora quero contar das coisas legais. Viajei para lá em novembro do ano passado, peguei uma promoção em um site de compras coletivas para a mesma pousada da minha honey moon e lá fomos nós.
Comecei super bem porque a pousada me deu um upgrade, passei de um quarto standart para um quarto luxo com hidro. A pousada que eu me hospedei foi a Pousada das Hortensias, que é bem aconchegante, limpa, confortável e com atendimento maravilhoso, o café da manhã é bom e ela fica bem perto do centrinho (uns 800 metros). A única coisa ruim do quarto que eu fiquei era que a acústica não era das melhores.
Da última vez que fui a Campos fiquei três dias, mas vou listar os passeios que fiz nas duas vezes em que fui.
Auditório Cláudio Santoro: se não tiver um evento acontecendo não tem o que ver e ponto final, rs.
Bondinho: se você estiver sem carro vale a pena já que ele faz um passeio pelas principais vilas da cidade: Capivari, Jaguaribe e Abernéssia, num percurso de cerca de 4 Km. Há outros dois itinerários, mas quando fui eles estavam suspensos devido a um acidente.
Ducha de Prata: fica na Vila Inglesa. É uma cachoeira bem bonitinha, com algumas lojas em volta e vale dar uma passada para conhecer.
Morro do elefante e Teleférico: Nele é possível ter uma boa vista da cidade, mas a graça está em ir até lá de teleférico, tem gente que acha easy, pra mim foi um dos piores minutos da minha vida. Eu orei, quase chorei e me arrependi de ter sentado naquela cadeirinha, mas a volta foi beeem mais tranquila.
Mosteiro das Monjas Beneditinas: lugar bonito, que exala paz e é ótimo para tirar fotos. Tem lojinha de artesanato e no final do dia as irmãs entoam cânticos gregorianos para finalizar suas atividades.
Museu Felícia Leirner: museu a céu aberto, com vista bem bacana.
Palácio Boa Vista: é um museu que abriga um bom acervo artístico e histórico e obras de artistas contemporâneos como Tarsila do Amaral e Di Cavalcanti.
Pico do Itapeva: reza a lenda que de lá dá para avistar 15 cidades do Vale do Paraíba, mas quando eu fui só tinha um céu nublado, uma chuva de categoria e lama.
Como boa comilona que sou, uma viagem só é uma viagem se eu puder comer bem, do contrário não tem negócio. Os restaurantes que conheci por lá foram:
Libertango: comida argentina, bem boa. Pedi Ojo de bife e de sobremesa panqueca de doce de leite, a carne estava perfeita, mas doeu no bolso.
Itália Cantina e Ristorante: comida gostosinha, eu optei por um sistema em que o glutão comeria seis tipos de massa e poderia repetir, gostei de algumas e não gostei de outras. Preço razoável.
Pizza ao quadrado e Pastelão do Maluf: pizza bem "marromeno", mas mata a fome com certa dignidade, já o pastelão é só um pastel gigante, nada mais que isso, e para um pastel é meio carinho.
Mercearia Campos e Safari restaurante: comi fondue nos dois e me certifiquei que não gosto do prato, nos dois casos os preços são acessíveis (para o padrão de CJ) e a comida é normal.
Baden Baden: sei não...todo mundo gosta, mas eu achei bem normal e na última vez pedi um prato com eisben (joelho de porco) e não gostei, mas como vive cheio eu acredito que eu não soube fazer boas escolhas.
Lembrando que Campos do Jordão é uma cidade cara, e se quiser economizar vá na baixa temporada, escolha um hotel próximo ao centrinho de Capivari e invista nas caminhadas. É um lugar ótimo para relaxar e vale muito a visita.
Museu Felícia Leirner: museu a céu aberto, com vista bem bacana.
Palácio Boa Vista: é um museu que abriga um bom acervo artístico e histórico e obras de artistas contemporâneos como Tarsila do Amaral e Di Cavalcanti.
Pico do Itapeva: reza a lenda que de lá dá para avistar 15 cidades do Vale do Paraíba, mas quando eu fui só tinha um céu nublado, uma chuva de categoria e lama.
Como boa comilona que sou, uma viagem só é uma viagem se eu puder comer bem, do contrário não tem negócio. Os restaurantes que conheci por lá foram:
Libertango: comida argentina, bem boa. Pedi Ojo de bife e de sobremesa panqueca de doce de leite, a carne estava perfeita, mas doeu no bolso.
Itália Cantina e Ristorante: comida gostosinha, eu optei por um sistema em que o glutão comeria seis tipos de massa e poderia repetir, gostei de algumas e não gostei de outras. Preço razoável.
Pizza ao quadrado e Pastelão do Maluf: pizza bem "marromeno", mas mata a fome com certa dignidade, já o pastelão é só um pastel gigante, nada mais que isso, e para um pastel é meio carinho.
Mercearia Campos e Safari restaurante: comi fondue nos dois e me certifiquei que não gosto do prato, nos dois casos os preços são acessíveis (para o padrão de CJ) e a comida é normal.
Baden Baden: sei não...todo mundo gosta, mas eu achei bem normal e na última vez pedi um prato com eisben (joelho de porco) e não gostei, mas como vive cheio eu acredito que eu não soube fazer boas escolhas.
Lembrando que Campos do Jordão é uma cidade cara, e se quiser economizar vá na baixa temporada, escolha um hotel próximo ao centrinho de Capivari e invista nas caminhadas. É um lugar ótimo para relaxar e vale muito a visita.
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domingo, 27 de janeiro de 2013
As estranhezas da vida
Acho que como todos os brasileiros (ou quase todos) eu estou com aquela estranheza pós-tragédia, uma tragédia que não me atinge diretamente, porém que me atinge em alguma camada, e fica dolorido, não de dor forte e dilacerante, mas dor doída e insistente que martela na cabeça e que me faz não pensar em outra coisa.
Acho que a morte faz parte dos fatos incômodos e estranhos da vida, mas tragédias são estranhezas de grau não catalogado, me entende? Onde você sofre somente por se colocar no lugar do outro, seja esse outro quem for, mesmo que na vida anterior ao fato este outro pudesse não despertar em você nenhum sentimento que pudesse lembrar a compaixão.
A tragédia acontece assim, sorrateira, silenciosa e devastadora, devastadoramente triste e cruel. Nesta acontecida hoje as doses de espanto se tornam tão maiores ao pensar que duzentos e tantos jovens não irão se formar na faculdade, não irão ter filhos, não irão ver o sucesso, não irão sofrer a dor das perdas naturais da estranha vida, e isso me inquieta a alma, me inquieta saber que num sopro acabou o bláblá, as gracinhas irritantes que só os jovens conseguem fazer com maestria, na verdade, essa verdade mal-humorada, tudo acabou, ficam apenas sonhos de agenda, rede social, sonhos de fotos e de palavras ouvidas, mas nunca mais repetidas.
Acho que a morte faz parte dos fatos incômodos e estranhos da vida, mas tragédias são estranhezas de grau não catalogado, me entende? Onde você sofre somente por se colocar no lugar do outro, seja esse outro quem for, mesmo que na vida anterior ao fato este outro pudesse não despertar em você nenhum sentimento que pudesse lembrar a compaixão.
A tragédia acontece assim, sorrateira, silenciosa e devastadora, devastadoramente triste e cruel. Nesta acontecida hoje as doses de espanto se tornam tão maiores ao pensar que duzentos e tantos jovens não irão se formar na faculdade, não irão ter filhos, não irão ver o sucesso, não irão sofrer a dor das perdas naturais da estranha vida, e isso me inquieta a alma, me inquieta saber que num sopro acabou o bláblá, as gracinhas irritantes que só os jovens conseguem fazer com maestria, na verdade, essa verdade mal-humorada, tudo acabou, ficam apenas sonhos de agenda, rede social, sonhos de fotos e de palavras ouvidas, mas nunca mais repetidas.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Ciladas da minha lua de mel
Estava lembrando da minha lua de mel e resolvi escrever sobre ela.
Fomos para Campos do Jordão, por dois motivos simples: eu não gosto de passar calor e a grana estava curta, claro que Campos não é o melhor lugar para ir com a grana curta, mas foi infinitamente mais barato do que ir para o Nordeste, por exemplo, porque fomos na baixa temporada, o que faz o valor das estadias cair bastante.
Minha lua de mel, começou tão bem que dá até vergonha. Decidimos ir de ônibus, porque avião para lá não sai nada em conta,e aí começa o caos. Chegamos na rodoviária em cima da hora, e foi uma enrolação, porque eu tinha que retirar a passagem, entrei na fila errada...corre pra lá, corre pra cá, quando achei o local certo, ouvi do atendente: a senhora há de convir comigo que deveria ter chegado mais cedo. Pedi pelo amor de Deus para ele ligar lá pra baixo e pedir ao motorista para esperar 2 minutos, ele ligou, olhou pra mim e friamente disse: o ônibus já saiu. Eu caí no choro, só dizia: era minha lua de mel. Segundo meu marido foi bem constrangedor, rsrsr. O atendente sugeriu que eu pegasse o próximo ônibus, que sairia...no próximo dia. Depos de muito buá, decidimos ir para São Paulo e de lá para Campos do jordão. O ônibus ia sair em cinco minutos, pagamos a diferença da passagem e fomos, eu em um banco lá na frente e João sentado lá atrás, a pessoa ao meu lado era um cara estranho, que fechou a cortina e colocou um tapa-olho (?), e ficava puxando assunto o tempo inteiro. Antes do ônibus sair, uma confusão, a poltrona de Mateus (um velhinho de sotaque estranho e usando calça com suspensórios) estava sem o cinto de segurança, ele disse que não iria viajar assim, um bafafá, o motorista fala: tudo bem! Vamos até a garagem para trocar de veículo. (detalhe: a garagem fica em Cabo Frio, a cerca de 150 km de distância do Rio). Pânico! A mulher de Mateus sugeriu o reembolso da passagem, e problema resolvido.
Viagem tranquila, eu sem ver nenhuma paisagem, filminho na tv, tv sadicamente desligada antes do fim do filme.
Mateus começa a gritar: cheiro de queimado, cheiro de queimado!!!
O ônibus pára, o motorista chega e manda todo mundo descer porque o ônibus quebrou.
Descemos, esperamos e depois de muita confusão, chegamos ao destino num quase fim de noite :(
Falar do lugar eu vou, mas em outro post, porque esse é sobre ciladas de lua de mel, até pq a minha foi cheia, teve outras, como pegar chuva num local que mais parecia cenário de filme de terror, e não ter ônibus para voltar a pousada, enfim, no geral foi muito bom, tirando essas ciladas, claro!
Fomos para Campos do Jordão, por dois motivos simples: eu não gosto de passar calor e a grana estava curta, claro que Campos não é o melhor lugar para ir com a grana curta, mas foi infinitamente mais barato do que ir para o Nordeste, por exemplo, porque fomos na baixa temporada, o que faz o valor das estadias cair bastante.
Minha lua de mel, começou tão bem que dá até vergonha. Decidimos ir de ônibus, porque avião para lá não sai nada em conta,e aí começa o caos. Chegamos na rodoviária em cima da hora, e foi uma enrolação, porque eu tinha que retirar a passagem, entrei na fila errada...corre pra lá, corre pra cá, quando achei o local certo, ouvi do atendente: a senhora há de convir comigo que deveria ter chegado mais cedo. Pedi pelo amor de Deus para ele ligar lá pra baixo e pedir ao motorista para esperar 2 minutos, ele ligou, olhou pra mim e friamente disse: o ônibus já saiu. Eu caí no choro, só dizia: era minha lua de mel. Segundo meu marido foi bem constrangedor, rsrsr. O atendente sugeriu que eu pegasse o próximo ônibus, que sairia...no próximo dia. Depos de muito buá, decidimos ir para São Paulo e de lá para Campos do jordão. O ônibus ia sair em cinco minutos, pagamos a diferença da passagem e fomos, eu em um banco lá na frente e João sentado lá atrás, a pessoa ao meu lado era um cara estranho, que fechou a cortina e colocou um tapa-olho (?), e ficava puxando assunto o tempo inteiro. Antes do ônibus sair, uma confusão, a poltrona de Mateus (um velhinho de sotaque estranho e usando calça com suspensórios) estava sem o cinto de segurança, ele disse que não iria viajar assim, um bafafá, o motorista fala: tudo bem! Vamos até a garagem para trocar de veículo. (detalhe: a garagem fica em Cabo Frio, a cerca de 150 km de distância do Rio). Pânico! A mulher de Mateus sugeriu o reembolso da passagem, e problema resolvido.
Viagem tranquila, eu sem ver nenhuma paisagem, filminho na tv, tv sadicamente desligada antes do fim do filme.
Mateus começa a gritar: cheiro de queimado, cheiro de queimado!!!
O ônibus pára, o motorista chega e manda todo mundo descer porque o ônibus quebrou.
Descemos, esperamos e depois de muita confusão, chegamos ao destino num quase fim de noite :(
Falar do lugar eu vou, mas em outro post, porque esse é sobre ciladas de lua de mel, até pq a minha foi cheia, teve outras, como pegar chuva num local que mais parecia cenário de filme de terror, e não ter ônibus para voltar a pousada, enfim, no geral foi muito bom, tirando essas ciladas, claro!
| Molhada e com medo |
| Perdidos no fim do mundo |
| Voltando pra pousada, depois de um passeio frustrado |
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domingo, 6 de maio de 2012
Pudim de Maria mole fácil
Bom, desde que casei arrisco umas coisinhas, afinal, não podemos morrer de fome, né? Como não sou muito fã de doces, quase nunca faço, mas esta receita é muito fácil, rápida e o melhor: nada enjoativa.
Vamos a receita:
1 Caixinha de creme de leite
1 Lata de leite condensado
1 Caixa de Maria mole de coco
1/2 Medida da lata de leite
1/2 Medida da lata de leite de coco
Modo de preparo:
Bata no liquidificador o leite condensado e o creme de leite. Dissolva o pó para maria mole em 200 ml de água fervente e acrescente todos os ingredientes no liquidificador e bata. Coloque em uma forma de pudim untada (com óleo e molhada). Leve ao congelador por 3 horas.
Fácim, fácim...espero que gostem.
Vamos a receita:
1 Caixinha de creme de leite
1 Lata de leite condensado
1 Caixa de Maria mole de coco
1/2 Medida da lata de leite
1/2 Medida da lata de leite de coco
Modo de preparo:
Bata no liquidificador o leite condensado e o creme de leite. Dissolva o pó para maria mole em 200 ml de água fervente e acrescente todos os ingredientes no liquidificador e bata. Coloque em uma forma de pudim untada (com óleo e molhada). Leve ao congelador por 3 horas.
Fácim, fácim...espero que gostem.
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terça-feira, 31 de maio de 2011
A saída do cortejo
Os padrinhos, pais e crianças sairam ao som da música "dia do casamento", do William Nascimento e Betânia Lima (descobri esta música na semana do casamento). Toda vez que ouço esta música me emociono muito.
Meus lindos

Meus pais

Mãe e padrinho do noivo
Meus lindos

Meus pais

Mãe e padrinho do noivo
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segunda-feira, 30 de maio de 2011
As alianças
Eu decidi que as alianças seriam levadas presas a Bíblia ao invés de colocar em alguma almofadinha ou bandeja, porque neste livro está toda instrução para uma vida a dois plena.
Meu primo Biel levou nossas alianças e a música escolhida foi Deus Fiel.





E depois disso a minha amiga Adriana cantou a música "jamais deixarei você" da Bruna Karla, que é uma música linda e que dizia exatamente tudo o que eu queria que o João soubesse naquele momento.
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terça-feira, 24 de maio de 2011
A cerimônia
Nosso casamento foi celebrado pelo Pr. Áquila, pastor da Quarta Igreja Batista em Nilópolis e nosso pastor. A cerimônia foi linda, com belas palavras, uma que me tocou foi: se você pretende casar para ser feliz, não case. Case para fazer o outro feliz.
Durante a cerimônia eu olhei muito para trás (rsrsrsrs) queria ver todos os que estavam presentes neste momento mágico.
Foi um momento muito emocionante.


Durante a cerimônia eu olhei muito para trás (rsrsrsrs) queria ver todos os que estavam presentes neste momento mágico.
Foi um momento muito emocionante.


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quinta-feira, 19 de maio de 2011
A polaroid e a nostalgia
Quando eu era criança meu sonho de consumo era ter uma polaroid, e como para grande maioria das meninas nos anos noventa tudo tinha que ser rosa, a polaroid também tinha que ser (mas não sei existia, rsrsrs). Me lembro da magia que aquilo significava, fazer a pose e logo depois ela estar eternizada ali na minha mão, mas como filha de pais recém-falidos, morando de favor a polaroid teve que ficar só no desejo. Mas ontem eu cheguei bem próximo do meu sonho, procurando a máquina fotográfica na casa da minha sogra encontrei a Polaroid PoGo, uma impressora portátil, que meu sogro comprou pouco antes de falecer e que ninguém sabia mexer. Pronto. Sogra avisada, coloquei no saquinho e trouxe para casa para me divertir um pouquinho, qual não foi minha decepção ao ver que só tinha uma folhinha de papel para impressão. Que pena, mas eu compro mais.


Só que falando da polaroid e da minha infância no final da década de oitenta e ínicio da de noventa me veio outra saudade. Disco de Vinil, LP, long play. Eu tinha (e ainda tenho vários), ficava muito feliz quando meu pai chegava com um disco novo para mim, melhor ainda se tivesse um encarte bem grandão, adorava aquele cheirinho de disco novo, muito bom. São coisas que não voltam, porque simplesmente evoluiram, mas que dá uma saudade bestinha. Tenho mais um monte de coisinhas que me dão essa sensação nostálgica, depois eu conto.



Só que falando da polaroid e da minha infância no final da década de oitenta e ínicio da de noventa me veio outra saudade. Disco de Vinil, LP, long play. Eu tinha (e ainda tenho vários), ficava muito feliz quando meu pai chegava com um disco novo para mim, melhor ainda se tivesse um encarte bem grandão, adorava aquele cheirinho de disco novo, muito bom. São coisas que não voltam, porque simplesmente evoluiram, mas que dá uma saudade bestinha. Tenho mais um monte de coisinhas que me dão essa sensação nostálgica, depois eu conto.
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Lembranças da infância
A Noiva
Esse com certeza foi um dos momentos mais marcantes da minha vida, quando eu cheguei fiquei do carro olhando a movimentação das pessoas, meu pai veio até o carro e disse: você está muito linda! Me segurei para não cair no choro.
Enquanto eu subia as escadas da igreja um turbilhão de sentimentos tomou conta de mim, mas eu não estava nervosa, estava feliz. Me posicionei um pouco ao lado da entrada da igreja, só algumas pessoas conseguiam me ver. Com uma folha de papel em uma mão e o microfone em outra comecei a ler um texto que eu tinha escrito para o João. Dava para ver, algumas pessoas (depois soube que muitas) choraram, outras riam, outras procuravam de onde vinha a voz. Eu não me abalei e nem minha voz (ainda bem). Começou a música e eu e meu pai entramos, me lembro de ter andado rápido demais para uma noiva, prestei atenção em tudo para não esquecer nunca, olhei para as pessoas e sorri. Sorri muito. Ninguém acreditou, eu não chorei. Vi o João e meu coração deu um pulo estranho, logo ele estava perto de mim, abraçou meu pai, eu abracei meu pai e chorei por ter a sua companhia naquele momento e sua amizade em cada minuto da minha vida. Segurei o braço do João e segurei as lágrimas...
"Houve um tempo em que eu sonhava com um príncipe encantado, sonhava acordada com o dia em que amaria alguém, e sentia saudade, saudade de algo que nunca vivi.
O tempo passou , mas aquele aperto no peito não passava, meu coração ansiava por esse alguém, alguém que jamais tinha visto ou ouvido falar, mas que eu sabia com absoluta certeza que existia, pois eu era só metade, e pessoas pela metade não sobrevivem. O meu coração era dele.
O tempo passou e Deus com seu imenso amor cruzou nossos caminhos, daí em diante eu fui inteira, a saudade de anos passou, ele existia, era o meu príncipe, o dono do meu sorriso e dos meus sonhos, o meu grande amor.
Com ele aprendi novas coisas, e abandonei outras, jogamos um jogo de erros e acertos por quase seis anos, fomos fortes, fomos completos, somos um do outro. Meu prêmio veio, um coração, um coração para ser cuidado, um coração, cujo o dono tem tudo de mim, e sempre terá, sem máscaras, porque o verdadeiro amor não tem disfarçes: invade e existe.
Eu estou aqui, certa que essa foi a melhor escolha que eu fiz na vida.
Há 26 anos atrás, neste mesmo dia, Deus dava a vida a Fabiana de França Alves,
hoje ele dá a vida a Fabiana de França Alves da Silva, que segue até aí João Vitor,
para caminhar ao seu lado, para seguir para sempre, com você, que é o meu grande amor,meu amor de toda uma vida, desde quando você era apenas sonho desconhecido, saudade irreconhecível , era você, sempre foi e sempre será."
O grande momento

Procurando meu amor...

Os homens da minha vida

A emoção foi inevitável

Feliz demais
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quinta-feira, 12 de maio de 2011
Dama e Pajem
Minha daminha e o meu pajem são crianças muito fofas e que fizeram maior sucesso na sua função. Meu grande medo era que eles não entrassem, já que o Levi é muito tímido e a Mirellinha uma bonequinha de apenas dois anos. Mas eles deram um show, entraram sorrindo, parando para que os convidados os fotografassem, nem sinal de timidez.
A Mirella é a minha sobrinha linda e o Levi é o priminho gatinho dela (e meu sobrinho emprestado), rsrsrs.
Lindinhos demais.

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quinta-feira, 5 de maio de 2011
Os Nossos Padrinhos - Parte II
Não houve padrinhos da noiva e do noivo, mas agora vou mostrar os queridos que ficaram ao lado do João no altar.
Everton e Vanessa (Cunhado e irmã do noivo)
A Vanessa e o Everton são um casal e tanto, opostos para lá de engraçados. Ela é o amorzinho do João.

Tio Véu e Goretti (meu tio e minha prima)
Meu tio é um amor, meio doido, que gritou "meu bebezinho" quando eu fui no trabalho dele. A Gó é minha madrinha desde que eu conheci o João e chorou comigo quando meu namoro passou por uma fase ruim.

Hudson e Priscila (irmão do noivo e minha amiga)
O Hudson é o "meu garoto" do João, o irmãozinho que ele cuida como se fosse filho e para mim é meu cunhado pop. A Priscila é a minha queridinha, rsrsrs, minha amiga do peito que eu amo muito desde os meus treze anos.

Thiago e Jéssica (irmão e cunhada do noivo)
O casal gut da nossa lista, muito amor, rsrsrs.

Robertinho e Karla (amigos dos noivos)
O Robertinho é o cupido desta história de amor, se não fosse a insist
ência e as mentiras dele, kkk, não estaríamos juntos hoje. A Karla é minha amiga há muito tempo e decidimos que seríamos madrinhas uma da outra muito antes de ter um noivo. Casa logo mulher!!!!!!!

Jeferson e Marcela (amigos dos noivos)
O Jeferson é amigo do João e foi também cupido na nossa história e a Marcela é sua noiva, uma menina que gostei logo de cara e tive certeza que eu não iria separar o casal lá no altar.
Everton e Vanessa (Cunhado e irmã do noivo)
A Vanessa e o Everton são um casal e tanto, opostos para lá de engraçados. Ela é o amorzinho do João.

Tio Véu e Goretti (meu tio e minha prima)
Meu tio é um amor, meio doido, que gritou "meu bebezinho" quando eu fui no trabalho dele. A Gó é minha madrinha desde que eu conheci o João e chorou comigo quando meu namoro passou por uma fase ruim.

Hudson e Priscila (irmão do noivo e minha amiga)
O Hudson é o "meu garoto" do João, o irmãozinho que ele cuida como se fosse filho e para mim é meu cunhado pop. A Priscila é a minha queridinha, rsrsrs, minha amiga do peito que eu amo muito desde os meus treze anos.

Thiago e Jéssica (irmão e cunhada do noivo)
O casal gut da nossa lista, muito amor, rsrsrs.

Robertinho e Karla (amigos dos noivos)
O Robertinho é o cupido desta história de amor, se não fosse a insist
ência e as mentiras dele, kkk, não estaríamos juntos hoje. A Karla é minha amiga há muito tempo e decidimos que seríamos madrinhas uma da outra muito antes de ter um noivo. Casa logo mulher!!!!!!!

Jeferson e Marcela (amigos dos noivos)
O Jeferson é amigo do João e foi também cupido na nossa história e a Marcela é sua noiva, uma menina que gostei logo de cara e tive certeza que eu não iria separar o casal lá no altar.
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sexta-feira, 22 de abril de 2011
Os Nossos Padrinhos - Parte I
Como na maioria dos casamentos, nossos padrinhos foram escolhidos com muito carinho, escolhemos tios, primas, família e amigos. A música de entrada foi only hope instrumental.
Fábio e Milene (irmão e cunhada-irmã)
Meu irmão é meu amigo pra tudo na vida, é meu amor e com minha cunhada não é diferente, a gente briga, mas a amizade sempre fala mais alto. Na última semana antes do casamento ela foi minha companheira inseparável, para arrumar a casa nova e fazer muitos lacinhos para a festa.

Severino e Juvanice (meus padrinhos de batismo)
Meus dindinhos sempre me trataram como filha, na adolescência eu me afastei, mas eles são meus amores e foi meio que uma forma de mostrá-los que eles serão meus padrinhos para sempre.

Durval e Lila (meus primos que fazem parte da minha vida desde sempre)
A Lila é minha prima querida e junto com seu marido fizeram parte do time do meu coração.

Marcelo e Jana (minha grande amiga e seu irmão)
A Jana é minha amiga desde os meus treze anos, estudamos juntas e desde aquela época não nos desgrudamos. Eu conheci o Marcelo na mesma época, mas a amizade nasceu um pouquinho depois, o João também já estudou com o Marcelo. Era escolha certa para dividir o altar comigo.

Wallace e Márcia (nossos amigos)
A Márcia foi amiga de trabalho que virou amiga da vida, ela conheceu o Wallace que mora no mesmo bairro que eu, a proximidade fez com que a amizade se estreitasse.

Orlando e Marilza (meus primos)
O Orlando é meu primo que me dá três beijos porque me ama,rsrsrs. A Marilza é minha prima mais divertida do mundo.
Fábio e Milene (irmão e cunhada-irmã)
Meu irmão é meu amigo pra tudo na vida, é meu amor e com minha cunhada não é diferente, a gente briga, mas a amizade sempre fala mais alto. Na última semana antes do casamento ela foi minha companheira inseparável, para arrumar a casa nova e fazer muitos lacinhos para a festa.

Severino e Juvanice (meus padrinhos de batismo)
Meus dindinhos sempre me trataram como filha, na adolescência eu me afastei, mas eles são meus amores e foi meio que uma forma de mostrá-los que eles serão meus padrinhos para sempre.

Durval e Lila (meus primos que fazem parte da minha vida desde sempre)
A Lila é minha prima querida e junto com seu marido fizeram parte do time do meu coração.

Marcelo e Jana (minha grande amiga e seu irmão)
A Jana é minha amiga desde os meus treze anos, estudamos juntas e desde aquela época não nos desgrudamos. Eu conheci o Marcelo na mesma época, mas a amizade nasceu um pouquinho depois, o João também já estudou com o Marcelo. Era escolha certa para dividir o altar comigo.

Wallace e Márcia (nossos amigos)
A Márcia foi amiga de trabalho que virou amiga da vida, ela conheceu o Wallace que mora no mesmo bairro que eu, a proximidade fez com que a amizade se estreitasse.

Orlando e Marilza (meus primos)
O Orlando é meu primo que me dá três beijos porque me ama,rsrsrs. A Marilza é minha prima mais divertida do mundo.
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Casamento
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Momento dona de casa

Eu virei dona de casa (já que a publicidade ainda não me rendeu um emprego), e vivo pensando no que fazer de comida. Eu sou exigente e não gosto de fazer coisas mal-feitas. Eu não gosto de frango (só peito), mas descobri- oooohhhhh- um temperinho que me deixou satisfeita foi o Meu frango assado da Knorr, fiz filé e assei. Delícia!
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Receitas
quinta-feira, 14 de abril de 2011
A entrada do noivo - e o atraso da noiva.
O João ficou tenso, muito tenso no nosso casamento. Eu me atrasei muito e o deixei mega nervoso, ele chegou ao ponto de me ligar várias vezes, achou que eu tinha desistido e caiu na pilha de quem disse que eu tinha ido comemorar o meu aniversário, rsrsrsrs. Meu marido estava lindo, mas tenso.
A música de entrada dele foi Agnus Dei de Michael W. Smith, escolhida pelo próprio.

A música de entrada dele foi Agnus Dei de Michael W. Smith, escolhida pelo próprio.

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Casamento
domingo, 3 de abril de 2011
Casar é muito bom, e toda aquela expectativa gerada ao longo dos meses de preparação dá todo tipo de sensação que uma noiva pode ter. Eu fui uma noiva ansiosa, apegada a detalhes e neurótica, pesquisei muito e para cada item envolvido na organização do casamento eu tinha em mente claramente o que eu queria.
O dia D foi muito bom, no dia anterior eu dormi tarde, muito tarde, eram sete meia da noite e eu e o João ainda estávamos no salão de festas entregando as lembranças e detalhes para a equipe, mas no dia 19 eu acordei cedo (coisa rara), entrei na internet, fui ao meu novo lar, depois fui verificar minha glicose e pressão - Nunca faço isso - tudo ok, comi macarrão da mamãe, peguei o táxi e rumo...a casa do meu irmão, isso porque eu tinha que entregar uns itens da decoração e buscar minha cunhada e sobrinha para nos arrumarmos. No meio do caminho surtei e pedi ao taxista para me levar na igreja, péssima idéia, vi o tapete escorregadio e meu mundo caiu (e todo o cortejo também cairia se aquilo continuasse daquele jeito). Meu dia foi tranquilo, eu estava muito calma e isso é um feito porque eu vivo pilhada. No hotel foi tão divertido, como sempre é quando eu estou com minha cunhada e minha sobrinha. Minha cabelereira chegou e começou a preparar tudo. A Vivi foi uma das escolhas mais acertadas, ela me deixou exatamente como eu queria.
Quando penso naqueles momentos bate uma saudade gostosa, tão boa.
Eu e a princesa(e dama) Mirella

Me preparando


Com a cunhada-irmã

Noiva
O dia D foi muito bom, no dia anterior eu dormi tarde, muito tarde, eram sete meia da noite e eu e o João ainda estávamos no salão de festas entregando as lembranças e detalhes para a equipe, mas no dia 19 eu acordei cedo (coisa rara), entrei na internet, fui ao meu novo lar, depois fui verificar minha glicose e pressão - Nunca faço isso - tudo ok, comi macarrão da mamãe, peguei o táxi e rumo...a casa do meu irmão, isso porque eu tinha que entregar uns itens da decoração e buscar minha cunhada e sobrinha para nos arrumarmos. No meio do caminho surtei e pedi ao taxista para me levar na igreja, péssima idéia, vi o tapete escorregadio e meu mundo caiu (e todo o cortejo também cairia se aquilo continuasse daquele jeito). Meu dia foi tranquilo, eu estava muito calma e isso é um feito porque eu vivo pilhada. No hotel foi tão divertido, como sempre é quando eu estou com minha cunhada e minha sobrinha. Minha cabelereira chegou e começou a preparar tudo. A Vivi foi uma das escolhas mais acertadas, ela me deixou exatamente como eu queria.
Quando penso naqueles momentos bate uma saudade gostosa, tão boa.
Eu e a princesa(e dama) Mirella

Me preparando


Com a cunhada-irmã

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